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Olá leitores.

A partir de hoje o “Diário da Titan” passa a se chamar “Eu & Minha Moto“.

Esse novo domínio vai permitir uma liberdade maior na criação do conteúdo, além do que é um nome que serve para qualquer moto que eu tiver, e não apenas para a “Titan”.

Eu & Minha Moto

O site Eu & Minha Moto já conta com Continuar Lendo »

Viagem Uberlândia – Cap I

Bom dia caro leitor. Tá afim de me acompanhar numa viagem de moto? Sim? Legal! Então faça o seguinte: desligue o MSN e saia do orkut. Ponha o capacete e vista a jaqueta. Calce as luvas. Ponha a moto no neutro, gire a chave e ligue o motor. Enquanto o motor esquenta, ponha esta playlist pra tocar. Ela vai ser a trilha sonora no passeio.

Enquanto motor esquenta, vou contar como foram as preeliminares da viagem. Como isso tem tudo pra ser um longo post, resolvi dividí-lo em capítulos, que você confere a partir de agora.

Em novembro de 2010 eu me vi bastante ansioso em relação a como seria minha primeira viagem com a Prima, afinal, já fazia 3 meses que eu tinha comprado a ela e não fizera ainda nenhuma viagem. Só alguns passeios até o Jerivá. A vontade de pegar a estrada aumentou muito com o tempo de chuva. É, eu sei que parece estranho alguém querer viajar de moto em tempos de chuva, mas o que me deixa louco pra pegar a estrada não é a água caindo, mas o tempo nublado. Acho lindo aquele céu cinza escuro com o estirão de asfalto preto na frente a perder de vista. O vento frio e a Continuar Lendo »

Viagem Uberlândia – Cap II

Leia antes:

Viagem Uberlândia – Cap. I


Na entrada de Valparaíso a chuva abrandou um pouco e paramos pra tirar a primeira foto na estrada da viagem, na placa de divisa do DF com o Goiás.

Voltamos pra pista e seguimos viagem, agora sem chuva, que parece ter vindo só pra nos dar as “boas vindas” e nos deixar mais atentos durante todo o percurso. Continuar Lendo »

Viagem Uberlândia – Cap III

Leia antes:

Viagem Uberlândia – Cap. I

Viagem Uberlândia – Cap. II

Viajar de moto é fácil. É só ir em linha reta, seguindo a estrada e vez ou outra mudar de estrada para continuar seguindo em linha reta novamente. Mas e depois que chega? O que fazer? Pois é, a gente não sabia. Nem eu nem o PH tínhamos a menor noção de onde enco

ntrar um hotel barato pra se hospedar. Entramos na cidade pouco antes das 6 da tarde e fomos seguindo adiante pela BR.

Chegamos!

Escolhemos aleatoriamente uma rua pra e entramos. Algumas centenas de metros depois, passamos por uma rotatória e logo em seguida paramos próximo a uma calçada onde dois homens conversavam. Parei, tirei o capacete, cumprimentei e perguntei pra onde ficava a rodoviária da cidade (sempre tem pousadas baratas perto das rodoviárias). Neste momento tivemos nosso primeiro contato com o mineirês. Mineirês autêntico. Falado por um nativo mesmo. Leia o embate:

- Boa tarde.

- Boa.

- Vocês podem me Continuar Lendo »

Viagem Uberlândia – Cap IV

Leia antes:

Viagem Uberlândia – Cap. I

Viagem Uberlândia – Cap. II

Viagem Uberlândia – Cap. III

No dia seguinte pulamos cedo da cama. Dei uma saída até a calçada pra ver o tempo e vi o céu todo escuro. Fechado. Parecia que São Pedro estava mesmo só esperando a gente pegar a estrada pra abrir a torneira.

Saímos cedo da pousada, tomamos café numa padaria próxima e paramos na saída da cidade para abastecer. Esperávamos que o consumo das duas fosse parecido, já que desde o último abastecimento rodamos parte na estrada (onde a CB é mais econômica) e parte na cidade (onde a CG Sport leva vantagem no consumo). E realmente o consumo foi bem Continuar Lendo »

Viagem Uberlândia – Cap V

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Viagem Uberlândia – Cap. I

Viagem Uberlândia – Cap. II

Viagem Uberlândia – Cap. III

Viagem Uberlândia – Cap. IV

Se houve um momento de perigo durante toda a viagem, sem dúvida foi nesse trecho entre Goiânia e as proximidades de Anápolis, onde finalmente encontramos um posto com conveniência e paramos.

A chuva caiu sem nenhuma dó sobre nós. Era chuva de matar sapo afogado. O freio dianteiro da Prima começou a ficar muito ruim pelo excesso de água. Não bastasse isso, o trânsito que tinha sido tranqüilo até Goiânia ficou bem diferente depois dela. Muito tráfego. Cansaço, freio ruim, pouca visibilidade e trânsito pesado. Receita pra um acidente. Por sorte encontramos um caminhão no caminho que seguia devagar (devia estar carregado). Fomos atrás do caminhão aproveitando a proteção que ele dava da chuva. Com isso, tanto a nossa visibilidade da pista aumentou quanto os outros carros puderam enxergar a gente melhor.

Seguimos assim por alguns quilômetros até encontrar o posto onde paramos por um bom tempo. Enquanto a chuva não passava aproveitamos para comer, descansar, avisar a todos que estávamos bem e que em breve estaríamos em casa. O tempo abriu e começou a fazer um solzão. O PH trocou a calça ensopada por uma sequinha que levava na mochila imaginando que não iria mais enfrentar chuva até Brasília. Ledo engano.

Partindo do Jerivá para o último trecho da viagem.

Descansados, almoçados e um pouco menos ensopados. Era hora de botar as rodas na estrada novamente. Mesmo cansados de passar o dia inteiro sobre a moto, decidimos que iríamos parar no Jerivá pra tirar pelo menos uma foto. Passar em frente àquela lanchonete e não parar é quase um pecado. O Jerivá já virou um símbolo pra galera de moto de Brasília. A parada seria obrigatória. Continuar Lendo »

O coice do cavalo doido

Hoje fui à Suprema (concessionária da Kawasaki de Brasília) pela manhã tomar café e encontrei minha amiga Vanessa por lá. 

Papo vai, papo vem e o Diego, amigo dela, ofereceu uma Ninjinha pra ela dar uma volta de test-ride.

Sem muito arrodeios ela pegou a chave e foi.

O Diário da Titan e a Moto Com Batom

Enquanto ela passeava de Ninjinha eu olhei pras outras semi-novas e vi que tinha uma D-Tracker, uma ER-6n e uma Z750.

Perguntei ao Diego se dava pra fazer test drive em qualquer uma e ele disse que sim.

Aproveitei que estou atualmente pensando numa ER-6n para um UP (puro devaneio), criei coragem e pedi a chave dela pro Diego.

A Vanessa, que a essa altura já havia retornado, fez logo questão de lembrar do primeiro post do blog dela onde ela conta que derrubou uma ZX6 parada por causa do peso. Feita a advertência, subi na moto e de fato logo já pude notar a diferença de peso.

Balancei ela de um lado pro outro pra começar a acostumar com o peso, ajustei o retrovisor e na hora de sair lembrei da recomendação de Continuar Lendo »

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